Somos filhos da Terra e das Estrelas: um pouco da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares para você!

Um artigo escritor por Vanessa Queiroz.



Em celebração da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares (OLFE), ofereço este artigo com intenção de compartilhar com você um pouco do conhecimento multidimensional reunido nesta irmandade.


Vamos passear pelos temas descritos abaixo e, alerta de spoiler, para os amantes de Civilizações Antigas como Lemúria e Atlântida, o primeiro capítulo é para vocês!


Capítulo 1: Lemúria e Atlântida: nossa herança

Capítulo 2: Reconhecendo sua família estelar através da Reprogramação de DNA

Capítulo 3: Uma outra visão sobre Plenitude e os desafios modernos

Capítulo 4: Em paz e união com o Feminino Divino e Masculino Divino, dentro de você!

Capítulo 5: Bônus


Prontos para mergulhar?

Quer saber mais sobre como funciona a Ordem Lemuriana das Famílias Estelares? Então clique aqui.


Capítulo 1: Lemúria e Atlântida: nossa herança


“Lembrar da nossa origem estelar é honrar quem somos” (Vanessa Queiroz)




Ao buscar informações sobre Lemúria no Google temos um misto de informações de estudiosos que citam hipóteses sobre a queda do continente e de informações que relatam a forma física dos lemurianos. Aqui vamos além desses detalhes, como disse no início, a Ordem Lemuriana das Famílias Estelares vem para compartilhar conteúdos multidimensionais.


Informações foram reveladas sobre a Lemúria ao passo que o planeta foi entrando em transição para dimensões superiores. Essas informações vieram para saciar nossa curiosidade, mas também para nos colocar em contato com a oportunidade de nos honrar como seres divinos que somos.





Sempre lembro os membros assinantes da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares que TODOS NÓS já passamos por Lemúria pelo menos por uma encanação. Daí vem a origem da nossa curiosidade e da nossa herança estelar.


Em Lemúria você, assim como todos, era mestre e curador de si mesmo e este poder está adormecido em você, esperando para ser despertado... ou como costumo dizer: ATIVADO!


Tudo começou quando Seres Interdimensionais/Intergalácticos de variadas estrelas e universos existentes, se organizaram para vir a Terra e fazer parte do Projeto Terra. Todo planeta passa pela transição que leva a ascensão/evolução e a Terra está passando por esse processo há muitos anos, mas hoje nota-se evidências disso com mais facilidade. A pandemia faz parte deste processo e propõem mudanças e quebras de padrões que não colaboram para o bem do Todo e a evolução do Planeta.


Alguns pontos importantes sobre Lemúria (que você pode não saber):


· As primeiras sementes da raça Lemuriana chegaram à Terra há cerca de 4.5 milhões de anos antes de Cristo, escoltadas por forças maiores do alto escalão universal.

· Essas almas são originárias da Terra de Mu, no Universo de Dahl.

· Após isto, sementes de Sírius, Alfa Centauro, Plêiades, entre outras, também vieram à Terra.

· Objetivo em comum era para juntas evoluírem e constituir a Nova Raça Humana e isso se deu através do nascimento da civilização Lemuriana.

· A civilização Lemuriana foi a primeira grande civilização do Planeta Terra.

· A participação das Mães Estelares neste processo foi fundamental para a instauração dessa civilização, foram elas que nos passaram os conhecimentos que vão além da sabedoria humana. Estes conhecimentos estão adormecidos em nós.


Nas reuniões da OLFE sempre lembro os membros assinantes que “Somos Filhos da Terra e das Estrelas”. Precisamos lembrar que em nossa essência como ser humano também contém a essência das estrelas. Com o tempo foi se perdendo a Essência Estelar chegando ao passo que muitos de nós nem se quer lembramos de onde viemos, podendo gerar um sentimento frustrante de não pertencer a lugar nenhum.






Lembrar da nossa origem estelar é honrar quem somos, quem fomos e de onde viemos. É integrar no aqui e agora nossos atributos estelares para nos tornarmos o Novo Humano e cumprir com o objetivo traçado há tantos milhares de anos atrás... por nós mesmos! Honrar nossa ancestralidade cósmica é reencontrar nossa Família Estelar.


Capítulo 2: Reconhecendo sua família estelar através da Reprogramação de DNA


Pasme: A chamada Queda de Lemúria e Atlântida pouco tem a ver com o afundamento do continente.


Sim, houve o afundamento do continente que aconteceu com a subida das águas em vários lugares do Planeta. A priori aconteceu no local aonde os Pleiadianos chegaram, conhecido como o ponto mais alto do Planeta... hoje chamada de a Grande Ilha do Havaí. Este é um dado tridimensional.


A versão multidimensional da Queda de Lemúria é a queda do nível de quanticidade do DNA humano de 90% para 30% em sua efetividade. A civilização tinha uma relação com o DNA diferente do que temos hoje, o DNA era Multidimensional. Ou seja, 90% de quanticidade estava ativa, exatamente como os Pleiadianos planejaram.


Um DNA quântico ativo a 90% cria uma consciência que é uma com o Universo, e assim eram os Lemurianos. O avanço nunca foi tecnológico, mas sim consciêncial.


Quando trazemos este dado para os dias de hoje, vemos que a ciência reconhece apenas 10% da estrutura do DNA como sendo genética e os outros 90% é chamado de “DNA Lixo” e não é reconhecida pela ciência. Pois é nesses 90% onde há material epigenético e também a quanticidade dessa estrutura informacional e akáshica humana e multidimensional.


A queda da Lemúria, a queda da parte quântica do nosso DNA, instaurou a dualidade e com ela os problemas humanos. A programação instalada no nosso DNA foi alterada na Queda de Lemúria e o caminho para a evolução, ascensão e suporte para esta jornada é a Reprogramação do DNA.


Quando reprogramamos o nosso DNA...:


· Reconhecemos nossa Família Estelar e voltamos a entrar em contato com esta Essência das Estrelas;

· Acessamos e integramos a parcela quântica do nosso DNA e controlamos o nosso próprio corpo e suas funções básicas além das emoções e mente;

· Acessamos e integramos a maior parte de nós, Divino Ser Humano. Entramos em fusão com Deus e todas as forças vitais;

· Acessamos e integramos o Masculino Divino e Feminino Divino;

· Liberamos os registros passados e presentes de: dor, raiva, tristeza, vício, baixa autoestima, culpa, traumas, vergonha, desesperança e impressões negativas.

· Desenvolvemos o amor incondicional por nós mesmos e por todos os outros, incluindo a natureza e todo a forma de vida, ao ativar o 24º par de cromossomo pleiadiano do DNA;

· Iniciamos o processo de rompimento da dualidade em seu estado mais profundo.





Ao reprogramar o nosso DNA automaticamente estabelecemos contato com a nossa herança estrelar. Abrimos um portal individual de comunicação multidimensional onde informações são compartilhadas de acordo com o seu andar na jornada na Terra. Entendemos que a queda aconteceu, mas que não foi o fim, pois vivemos o tempo-sem-tempo e temos a capacidade de cocriar no aqui e agora a excelência Lemuriana que saudamos tanto.


Capítulo 3: Uma outra visão sobre Plenitude e os desafios modernos


A busca pela plenitude em tempos atuais vem sob a perspectiva da falta e compensação, muitas vezes estimulada pelo consumo de produtos onde o produto físico seria uma falsa solução para um problema não-físico.


Quando entendemos como funciona a nossa herança estelar estamos indo contra a corrente tridimensional, pois sabemos que o caminho para a solução de nossos problemas é para dentro. É através do reconhecimento de si mesmo, em sua essência pura, divina e estelar.


Este processo é fácil? Não, pois ele demanda uma alta dose de abertura onde muitos podem ver como vulnerabilidade e mudança que gera medo.


“Tem a solução dos vossos problemas aos pés das coisas práticas” (Kryon)

Kryon quer dizer: Olhe para dentro para resolver o que está fora. Esta era a verdadeira essência Lemuriana (Referência ao 5º Raio da Roda de Ensinamentos Lemurianos – o Espelho – estudado mais a fundo na OLFE).


Relembrar que as respostas que procuramos está dentro de nós, é entender que a plenitude está mais perto do que imaginamos. O chamado é interno. Somos mestres de nós mesmos, sacerdotes por natureza, multidimensionais!


“Os Pleiadianos estiveram em Lemúria realizando a alteração do nosso DNA resultando em uma biologia com 23 pares de cromossomos e um 24º par quântico que nos conecta com a visão espiritual e possibilita o nosso processo evolutivo. De lá pra cá tivemos a chance de viver a nossa vida e realizar milhares de escolhas com nosso livre arbítrio, mas neste momento estamos sendo chamados a reprogramar este DNA de maneira a ativar as memórias de quem somos e do porquê estamos aqui, para que possamos servir neste tempo para o processo evolutivo do Planeta e do Novo Humano como individuo integral.” (Vanessa Queiroz)

Encontramos dificuldade neste processo principalmente por conta da dualidade que nos rodeia, mas lembremos que ela não precisa estar dentro de nós. Existem diversas maneiras de reprogramação do nosso DNA. Vou compartilhar em forma de bônus algumas frases que vão proporcionar entrar em ressonância com a reprogramação. No entanto, por conta dualidade precisamos ser vigilantes e ter ferramentas práticas para dar sustentação neste processo.


Um exemplo é a grade de cristal que os membros assinantes da OLFE montaram após passarem pela série de 3 ativações com intenção de integrar o Masculino e Feminino Divino (vou falar um pouco do Masculino e Feminino Divino no próximo capítulo). Esta grade somada as ativações, os encontros mensais e pílulas de conhecimento semanais servem como ferramentas práticas de sustentação. Essas práticas são compartilhadas através da orientação das estrelas e principalmente da orientação da Sacerdotisa multidimensional Crystaly que ancora os trabalhos da Ordem.


Crystaly é uma energia que se apresenta de forma graciosa me amparando e orientando na preparação dos conteúdos multidimensionais, de maneira que eu consiga compartilhar de uma forma compreensível para o cérebro tridimensional.


O processo de reprogramação do DNA pode ser feito sozinho, mas não necessariamente. A OLFE oferece esse suporte além de nos colocar em contato com outros temas e com um grupo de pessoas, refletindo um fractal do que vivemos em Lemúria. A energia gerada pelo grupo, pelo interesse, curiosidade e intenção pura... é única e emocionante.




Capítulo 4: Em paz e união com o Feminino Divino e Masculino Divino, dentro de você!


É importante ressaltar que quando falo do Feminino Divino e Sagrado, estou falando de um feminino mais sutil do que o conhecido Sagrado Feminino ligado as luas e a menstruação, gestação (mais terra). Aqui falo do Feminino Divino sempre honrando o Masculino Divino.


Todos nós somos metade masculino divino e metade feminino divino e isso se quebra ao encarnamos na 3ª Dimensão por conta da dualidade que se faz presente.


De Lemúria para cá fomos desaprendendo a manter o equilíbrio entre essas energias. A polaridade estabelecida pela dualidade faz com que a gente vá de um lado para o outro, sendo ou masculino, ou feminino, mas nunca em equilíbrio e nivelamento entre as duas.


A mulher tinha uma frequência elevada da energia feminina, mas com a instauração sociedade patriarcal, iniciou-se um processo de isolamento onde a mulher tentou se encaixar em um mundo com predominância masculina. Esta mudança brusca afastou a mulher de práticas energéticas, banindo-a de suas habilidades e de usar o feminino. Como consequência fez com que ela utilizasse predominantemente a energia yang (masculina) de forma agressiva para brigar pelo que foi tirado dela.


Isso fez com que a mulher criasse uma energia masculina de combate para se sustentar e muitos e muitos anos depois conseguimos ver as mulheres renascendo em uma complexa busca pelo feminino que as vezes parece até um mito.


Já com os homens podemos notar que o feminino dentro deles também foi banido através de falas como: “homem não chora” ou “você é um homem ou um saco de batata?”, entre tantas outras que rechaçam a demonstração de sensibilidade e fragilidade natural de todo humano. Isso fez com que eles fossem compelidos a usar a energia masculina também no nível da agressividade do que utilizar a energia yang de forma sagrada e divina.


Dentro de um pensamento linear podemos afirmar que a mulher teria mais facilidade de alcançar o equilíbrio entre essas energias e esta seria a resposta para o grande número de mulheres interessadas e comprometidas com a evolução pessoal, espiritual e do Todo. Na própria OLFE podemos ver que a quantidade de membros assinantes mulheres é maior do que a de homens.


Além do mais, este trabalho do resgate feminino e masculino divino demanda de desconstruções do tridimensional e é o caminho para relacionamentos saudeis. Aqui digo, relacionamentos consigo mesmo assim como com os outros. A parte feminina ou masculina que você procura no outro, na verdade é uma parte de você mesmo. Você é a sua própria chama gêmea.

Para que você possa entrar em processo de autonomia entre o divino feminino e divino masculino é preciso em primeira instancia acolher quem você é, em sua inteireza. “Eu sou o que Eu Sou”, quer dizer “Reconhecer a Si mesmo”.


E digo mais, para alcançarmos o nosso verdadeiro propósito de vida precisamos dessa integração. Precisamos estar inteiros para ver o todo, ao contrário, se estamos pela metade, veremos somente metade. Lembre-se: você é a sua própria chama gêmea, você é inteiro e multidisciplinar.


Desejo que este artigo tenha lhe gerado alguns insights e se quiser saber mais sobre o assunto e a experiência Lemuriana, considere tornar-se membro associado.


Capítulo 5: BONUS


Selecionei duas frases ativadoras para te colocar em ressonância com a Reprogramação de DNA. A partir de sua afirmação, fique atento aos insights e sinais.


FRASE 1: “Querida estrutura celular e DNA, eu expresso a pura intenção de realizar a cura necessária dos aspectos físicos, emocionais, mentais e psíquicos para meu ser. Desejo manter-me em total equilíbrio e longevidade. Eu estou desperto(a) e Sou cocriador(a) do meu próprio Ser.”


FRASE 2: “Querida estrutura celular, quero que os atributos que acumulei naquilo que chamo de meu passado realcem minha vida atual, para viver com mais facilidade e graça. Desejo reclamar para mim as coisas que me vão permitir uma vida mais longa, trabalhar melhor e ter paz acerca do que desejo. Com esse intuito, quero explorar a mina do meu akasha, que se encontra no meu DNA pessoal.”


Para mais conteúdos como este, ativações, acesso as aulas e palestras online, considere ser um membro assinante da OLFE clicando aqui.


Bençãos de Amor Infinito,

Vanessa Queiroz.






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