Qual a relação entre as Civilizações Antigas e a Importância de Integrar Nossos Fractais?

Um mergulho na História das Civilizações Antigas. Um artigo escrito por Vanessa Queiroz.




De onde viemos? Qual o ponto zero da civilização humana? Você tem paixão pelas Civilizações Antigas?


Este artigo é um artigo de comemoração de 1 ano da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares (OLFE) e foi escrito com intenção de compartilhar com você um pouco sobre o que conversamos nos Encontros Mensais da OLFE.


Lemúria é um ponto de virada de chave na história adâmica da raça humana como conhecemos hoje, mas antes de falar de Lemúria, Atlântida e Antigo Egito é preciso entender mais sobre a nossa origem. Você está pronto?


Separei este artigo nos seguintes interessantes pontos:

Ponto 1: Qual foi a primeira civilização do planeta? – Sua origem Estelar

Ponto 2: A força e fluxo da Abundância e Prosperidade e sua relação com Civilizações Antigas

Ponto 3: O Novo Humano Quântico e a Lemúria

Ponto 4: Poseidon, Atlântida e a Distribuição de Cristais Fonte

Ponto 5: A Grande Civilização Egípcia e sua herança estelar

Ponto 6: Civilização Contemporânea e os pontos chaves da Grande Evolução

Seguido das respostas às perguntas: Qual a relação entre as Civilizações Antigas e a Importância de Integrar Nossos Fractais? Quais são os benefícios da Integração dos Fractais e porque agora se faz tão importante liberar as cargas de energias densas?


Além disso, para escrever a este artigo fiz como eu faço nos Encontros Mensais da OLFE, retirei duas cartas de oráculo que revelam as energias de apoio para este momento do agora. Você está pronto? Então vamos lá!


Energias de Apoio


A prática de retirar cartas do oráculo para os Encontros Mensais causa euforia entre os membros assinantes da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares por sempre ir de encontro com o momento vivido. Aqui não poderia ser diferente, a carta retirada do Oráculo Lemurian Star Child é a “Família de Luz”- Sinais, Orientação, Sabedoria Inata e Ancestral.


Uau! A mensagem que vem com esta carta é para você, caro leitor, abrir os olhos e o coração para os sinais da sua família estelar. Estes sinais podem acontecer de várias maneiras e a intenção é oferecer suporte e acolhimento para o momento atual. “Sua família estelar está aqui, para te guiar neste processo, para te mostrar a sua sabedoria divina e te dar o amor do universo inteiro”. A nossa família estelar não é hierárquica e não fica acima de nós, muito pelo contrário, eles andam lado a lado, nos encorajando a libertar crenças limitantes e sacrifícios para que possamos nos tornar mais de nós mesmo.

Saiba como honrar sua origem estelar através da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares. Assista o video a seguir:



Já no oráculo dos dragões temos Tiamat, a Dragona Cósmica trazendo boas notícias e segurança para você relaxar pois você está sendo cuidado e o seu caminho está protegido.

Energias de Apoio são muito importantes em dias atuais pois nos faz conectar com uma parte de nós que sabe que somos divinos lembrando que não estamos sozinhos nesta jornada evolutiva.

Agora com as bênçãos das energias de apoio, vamos mergulhar nas Civilizações Antigas!



Ponto 1: Qual foi a primeira civilização do planeta? – Sua origem Estelar

Thule e os Seres Cristalinos que criaram a Rede Cristalina da Terra


Existem pesquisas e textos que revelam que a nossa origem é estelar e muitos se arriscam a dizer exatamente onde. As Plêiades são amplamente citadas. É como costumamos dizer na Ordem Lemuriana das Famílias Estelares... “Os Pleiadianos são nossos pais, e os Arcturianos nossos avós” – isso se dá por conta da ordem de evolução dos planetas. Mas é importante dizer que os Pleiadianos e Arcturianos não são os únicos que deixaram suas sementes aqui na Terra, temos os descendentes de Sírius, Órion, Andromeda e muitos outros. No momento em que estamos na OLFE, estamos realizando conexões e conhecendo... ou melhor, reconhecendo as famílias estelares. Trata-se de um processo muito interessante e profundo, que fazemos nos encontros mensais, pois cada um de nós somos seres únicos e este reconhecimento da família estelar revela muito de nós mesmos. Assim, a OLFE não define qual é a sua família estelar e sim te dá ferramentas para você reencontrar a sua. O objetivo é fazer com que o membro assinante reconheça a sua essência originária e a partir daí integre os seus fractais.


Viemos das estrelas e a primeira civilização que permeou o planeta foi Thule. É muito interessante ver que quanto mais antiga a civilização, mais holística se é. Assim, civilizações antigas funcionavam através de um vínculo e uma comunicação com os planos astrais, multidimensionais, com intuição extremamente aflorada onde canalizações aconteciam rotineiramente. Thule ficava concentrada onde nós conhecemos hoje como Polo Norte. O povo de Thule era cristalino, assim não tinham a aparência como a nossa. Estes Seres Cristalinos viviam em um habitat que para nós seria inóspito e foram os primórdios da implantação dos seres astrais/estelares na forma física na Terra.


Ponto 2: A força e fluxo da Abundância e Prosperidade e sua relação com Civilizações Antigas

Hiperbórea: A Civilização de Ouro


Concomitantemente com a civilização de Thule existem registros da Civilização Hiperbórea. A palavra Hiperbórea significa “além da Boreal”. Esta civilização começou a surgir além dos limites de Thule. Foi chamada de “A Civilização de Ouro” por conta de sua riqueza e prosperidade. A Civilização Hiperbórea também não tinha a aparência humana, mas registros mencionam uma beleza excepcional.


Em um Encontro Bônus da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares, entrevistei Ronaldo Caggisi que é terapeuta integrativo e grande conhecedor de Civilizações Antigas. Quando falamos sobre a Civilização Hiperbórea vimos que esta civilização está fortemente ligada com a “força e o fluxo da abundância” no planeta.


Muitas pessoas entendem que a queda de Lemúria, Atlântida e tantas outras civilizações que “não existem” mais, foi algo inesperado onde os seres que ali viviam foram pegos de surpresa... e podemos dizer que poderia ser um processo traumatizante. Mas o que achei muito interessante que Ronaldo Caggisi trouxe para esta entrevista foi que tudo faz parte de um grande plano e utiliza a referência de Maat, a Deusa da Verdade e Ordem Cósmica, para se aprofundar e desmitificar essa ideia. Confira:


“A evolução das raças não foi tão abruptamente evolucional como se acredita. Não se destrói uma civilização para se construir outra. Maat que é a Deusa Egípicia da Verdade e Ordem Cósmica traz a ideia de que nada pode fugir da verdade e da ordem cósmica. Assim, a ordem das coisas segue um fluxo universal e cósmico extremamente pré-cauculado e planejado. Então os Pleiadianos têm uma ideia, os Thuleanos começam a implantação e analise do que precisa ser feito, progride-se para a Civilização Hiperbórea que começa a utilizar das riquezas e propriedades físicas naturais do planeta... e assim seguimos” (Ronaldo Caggisi)

Hiperbórea, a segunda raça a habitar o planeta, foi a grande resplandecência da implantação de uma civilização estelar no planeta Terra, com um novo projeto de Civilização que ocuparia o Planeta Terra.


Deseja assistir a entrevista na integra e ficar por dentro deste rico bate-papo feito da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares? Em comemoração ao aniversário de 1 ano da OLFE, disponibilizamos para vocês no YouTube. Assista a seguir:




Ponto 3: O Novo Humano Quântico e Lemúria


Após Hiperbórea temos a terceira raça a habitar o planeta, nossos queridos Lemurianos. E pasmem os Lemurianos eram considerados por filósofos de origem draconiana, sendo a civilização draconiana amplamente conhecida como uma civilização extremamente evoluída. Uma curiosidade é que os Lemurianos a princípio eram hermafroditas e esta característica é dada por conta da transição de um ser estelar, auto criador, para um ser físico habitante neste planeta que a princípio precisava se auto sustentar e auto reproduzir. A Raça Lemuriana foi uma das raças que mais se transformou afinal foi uma da mais duradoras, cerca de 200 mil anos. O que a OLFE traz como informação são os vários alinhamentos e alterações do DNA estelar para o DNA com a estrutura que temos hoje. Assim, foi possível ver a transição do estágio de Fertilização Pleiadiana, onde eram hermafroditas, para bissexuais, onde a reprodução deixa de ser assexuada para sexuada.

A altura média dos Lemurianos era de 2.50m e como consequência dos alinhamentos e alterações na estrutura do DNA os Lemurianos, próximo a Queda da Civilização, chegaram a características físicas similares ao Ser Humano que conhecemos hoje. Foram muitos os estágios de transformação que os Lemurianos passaram para que se chegasse a esse ser muito próximo ao que conhecemos hoje: extremamente adaptado as condições do planeta, capaz de lidar com todas as intempéries e condições que a Terra oferecia. Lembrando que estamos falando de uma raça de origem estelar onde esta adaptação foi feita em diversos âmbitos, não só físicos, mas todos através do DNA.


Escrituras mostram que Lemúria era rica em conhecimento, tecnologia, e inclusive por conta do tamanho dos continentes, transporte. Lemúria é tida como a primeira e maior utilização e evolução em sabedoria em energia solar livre.


“Lemúria é a origem do ser humano. É a grande virada de chave de um ser astral/estelar/cósmico para um ser físico e habitante do planeta... adaptado para a Terra” (Ronaldo Caggisi)


“O Novo Humano foi criado em Lemúria no momento em que foi elaborado o DNA de 23 pares sendo o 24º par quântico. Em Lemúria a utilização da quanticidade de DNA era de 90% onde foi utilizado a estrutura do DNA em seu máximo. Ao longo das civilizações esta utilização da quanticidade foi se diminuindo devido aos acontecimentos, desenvolvendo energias densas resultando na utilização de somente 30% da estrutura de DNA. Agora na Era de Aquário, também conhecida como Era de Ouro, começamos a despertar e reinvidicar a utilização desta quanticidade. Lemúria foi o exemplo de Ser Humano em sua excelência, Quântico e agora estamos retornando ao nosso ponto de partida pois esta era a programação implantada lá trás” (Vanessa Queiroz)

O que muitas pessoas acreditam é que depois de Lemúria nós regredimos, mas a verdade não é esta. O que aconteceu foi que em Lemúria nos foi mostrado o nosso potencial e capacidade para que hoje, com referências possamos acordar em nós o Novo Humano. Nós temos esta capacidade, já está em nosso DNA.


“A Civilização de Thule e Hiperbórea eram Seres Cristalinos de frequência elevada. Eles vieram para Terra com intenção de construir as primeiras civilizações do Planeta já parametrizados com o mais elevado do nosso ser. Eles serviram de base para o que ia acontecer no futuro, a ponto de Thule e Hiperborea se tornarem cidades intraterrenas e cristalinas em 5D. Como herança dessas civilizações tivemos a Civilização Lemuriana e Atlante, também cristalina. Nós hoje temos origem cristalina e estelar, mas estamos com esta parte de nós adormecida por conta do adormecimento do DNA quântico.” (Vanessa Queiroz)

Sempre lembro aos membros assinantes da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares que cada um de nós passamos, por pelo menos, uma encarnação em Lemúria.


Quer saber mais sobre Lemúria? Assista ao vídeo a seguir:


Ponto 4: Poseidon, Atlântida e a Distribuição de Cristais Fonte


Em seguida a Lemúria surge a Civilização Atlante que por um tempo coabitou o planeta com a Civilização Lemuriana. Após a Queda de Lemúria, a Atlântida entra em vigor com toda a sabedoria já absorvida das civilizações anteriores. Sua capital era Poseida, uma cidade voltada exclusivamente ao culto astral, energia e conhecimento, com sacerdotes e sábios. Ali em Poseida foram armazenados os conhecimentos aproveitando a tecnologia cristalina de Thule. Poseidon, Rei de Atlântida, em determinado momento, solicitou a distribuição dos cristais de informações em lugares estratégicos e que seriam descobertos no momento cósmico adequado. Mais pra frente na história das civilizações no planeta Terra temos alguns destes cristais de Atlântida, chamados de Cristais Fonte, “abertos” trazendo à tona Nova Lemúria e as Cavernas de Cristais, tema bastante abordado nos Encontros da Ordem Lemuriana das Famílias Estelares.



Muitos não sabem, mas a Queda de Atlântida não foi somente uma. Houveram várias quedas, todas previstas através dos conhecimentos adquiridos, e os Atlantes foram um povo que com a grande habilidade herdada de transporte, sempre conseguiram se deslocar. Isso acontece de maneira que eles conseguem salvar os sábios e sacerdotes da Queda por meio da navegação, prática de transporte bastante desenvolvida por eles. Por conta disso, os Atlantes navegam através do Mar Mediterrâneo até o conhecido Delta de Nilo, habitando o que conhecemos hoje como Egito.


Ponto 5: A Grande Civilização Egípcia e sua herança estelar


Esta parte de terra conhecida como Egito já era permeada por diversos grupos, tribos e indivíduos na época. O que os Atlantes fizeram que deu origem a Grande Civilização Egípcia foi que com o uso da navegação, os Altantes puderam “passear” por esta região agrupando os diversos indivíduos sob “uma única bandeira”. Neste ponto em específico o conhecimento adquirido e acumulado fez muita diferença para esta “união” acontecer e para potencializar a Civilização Egípcia grandemente conhecida por uma civilização com características ritualísticas, sacerdotal e “espiritual”.


A migração atlante seguiu o percurso de subir o Rio Nilo até o que conhecemos hoje como Núbia, e ainda se chama até hoje. Assim, agrupou tanto os Núbios e outros povos como Persas, Sumérios, Hititas e também povos de origem Atlante e Lemuriana que se encontram neste mesmo local através de outras rotas. Esta nova bandeira que chamamos de Egito tinha o modo de igualdade entre os seres e expansão e compartilhamento de conhecimento (este que foi adquirido e herdado de civilizações anteriores a deles).


Essa igualdade é tão fortemente aplicada no Egito que era comum em práticas e rituais egípcios a necessidade de combinação das frequências masculina e feminina para atingir determinado objetivo.


No entanto, como as outras civilizações citadas aqui, o Egito não fica de fora quando falamos de “queda”. Lembrando que para nós com uma visão mais holística, “queda” não quer dizer somente “desaparecimento” de um povo em específico, e sim a queda de quanticidade do DNA. Todas as civilizações passaram por períodos de “dormência” exatamente quando há esta queda. No Egito, com toda sua exuberância e principalmente com a questão de igualmente, houve um momento de inocência que com o crescimento de outras civilizações, em especial a Grega e Romana, guerras foram travadas e abertura para ganância foi aberta... resultando na queda da civilização egípcia.


Energias densas de poder, guerra, domínio e disputa funcionam como uma nuvem que cega o nosso potencial quântico. O que acontece é que até este ponto, em todas as civilizações, tinha-se como certeza que o poder divino habitava no ser humano. Após isto, com a chegada de outras civilizações carregadas de energia densa, começamos a ver a separação que existe entre o Divino e o Ser Humano... muito claro na ideia do Olimpo na cultura grega antiga, um lugar reservado a deuses separando claramente o Ser Humano do seu potencial de divindade. Assim também foi na cultura romana antiga, onde a mulher é subjugada, abaixo de Deus e do homem.



“O movimento de adormecimento do DNA está totalmente ligado com a história da civilização humana, onde o DNA foi desgastado por energias densas de poder, ganância e guerra, resultando na separação entre o Divino e o Ser Humano. Lembremos dos ensinamentos antigos de Thule, Hiperbórea, Lemúria, Atlântida e do Antigo Egito que a Divindade está dentro de nós.” (Vanessa Queiroz)

A Civilização do Antigo Egito possui registros, artefatos e dados que nos ajudam a lembrar quem fomos realmente. Ao passo que o tempo foi passando, estudos revelam mais profundidade, como é o caso da origem ATLANTE da Esfinge. A Esfinge que muitos acreditavam ser egípcia é na verdade o marco da Era de Leão Atlante.


Para nós, amantes de civilizações antigas, o Egito é o único que nos sacia a necessidade visual por ter tanto registro e pela região ainda existir. Hoje proponho a você enxergar Egito com outros olhos... um Egito Antigo repleto de essência Lemuriana e Atlante.


Ponto 6: Civilização Contemporânea e os pontos chaves


O momento que estamos vivendo hoje, da nossa civilização contemporânea, está recheado de esperança quando olhamos para revelações recentes como...:

√ 1988: recebemos na Terra a Nova Energia; um compilado de altas frequências preparando tereno para a Grande Evolução. A Grande Convergência Harmônica;

√ 2000: tivemos importantes mudanças e fortalecimento dessas frequências recebidas em 1988;

√ 2012: a Grande Virada de Chave – onde consciências começam a despertar para retomar a capacidade quântica imbuída em nós desde Thule e antes de Thule – estelar.

√ 2018/2019: o despertar e a ativação do DNA, assim estamos vivendo em um tempo de constante evolução onde não há mais como regredir.


Podemos dizer que a Terra e a humanidade passam por um tempo de Grande Evolução e desde Thule até os dias atuais vivemos grandes momentos de transições. É como o conceito da Série de Ativação Mestra Transições e Transformações nos informa: são várias transições para alcançar uma grandiosa transformação, que é a Ascensão do Planeta Terra e consequente a evolução do Universo e além.

Quer saber mais sobre esta Série de Ativação Mestra? Então assista ao video a seguir:



Qual a relação entre as Civilizações Antigas e a Importância de Integrar Nossos Fractais?


Integrar nossos fractais é importante principalmente por conta do momento que estamos vivendo. A Transição Planetária está acontecendo agora e demanda de nós estarmos presentes e integrados, vivendo nossa melhor versão. O que muitos não sabem é que partes das nossas versões estão em nossos fractais em outras dimensões. Agora imagine que você pode “adquirir” mais atributos do que você já tem, e melhor, que vão de encontro com o seu propósito. De uma maneira simples, é isto que a integração dos fractais faz. Parte dos nossos fractais estão nas Civilizações Antigas. Como pudemos ver ao longo deste artigo, as civilizações antigas detinham sabedoria excepcional e muitos atributos que seriam ótimos se pudéssemos implantar em nossa vida agora.


Além disso, se você tem interesse por Civilizações Antigas é porque a hora de iniciar o processo de integração dos fractais está presente.


Quais são os benefícios da Integração dos Fractais e porque é tão importante liberar as cargas de energias densas neste exato momento?


É importante liberar os fractais presos em experiências passadas pois isto nos dará liberdade de seguir adiante e olhar para o novo e viver uma vida plena livre de auto sabotagem.

Já integrar os fractais mais evoluídos nos permite abrir a nossa mente para o pensamento multidimensional e tudo o que está por vir, para acessar os próximos passos que devemos dar. Isso nos torna inteiros e integrados.


Ambas questões nos colocam a importância de honrar a nossa herança estelar e isso está diretamente ligado com a integração dos fractais. Assim como estas civilizações herdaram conhecimentos e expandiram a partir daí... nós somos lembrados que também podemos fazer isso no agora. Esta é a chave.



Lembre-se de quem você é em sua totalidade e abra o coração para se reconhecer em outras dimensões e formas. Isto faz parte do grande plano.


Bençãos de Amor Universal,

Vanessa Queiroz.