top of page

Liderança Energética do Futuro : Por que Alta Coerência é a Nova Alta Performance

A satisfação de liderar está no fluxo e não no esforço. 

Um artigo escrito por Vanessa Queiroz.

Porque a Alta Coerência é a nova Alta Performance
Porque a Alta Coerência é a nova Alta Performance

Há alguns anos, eu me encontrava em um lugar que talvez você conheça muito bem. Estava entregando resultados, cumprindo metas, sendo reconhecida pelo meu trabalho, mas ao mesmo tempo sentia um cansaço que não passava com férias e uma sensação persistente de que algo estava errado na forma como eu conduzia minha vida profissional. Durante muito tempo, acreditei que o problema estava em mim, que eu precisava me organizar melhor, ser mais disciplinada, encontrar o equilíbrio certo entre as demandas. Hoje compreendo que o problema nunca esteve em mim, e provavelmente também não está em você. O problema está no modelo de liderança e de sucesso que herdamos e que continuamos reproduzindo sem questionar.


Neste artigo, quero compartilhar com você uma reflexão que mudou completamente minha forma de entender o que significa liderar, e mais do que isso, o que significa sustentar uma posição de liderança sem se fragmentar no processo. É uma conversa sobre um novo paradigma que está emergindo, sobre a passagem de uma consciência baseada no esforço para uma consciência baseada no fluxo, e sobre como nós, mulheres em posições de influência, temos um papel fundamental nessa transição.


Trago boas novas! Vamos juntas?


1. O arquétipo que moldou nossa forma de liderar


Para compreender para onde estamos indo, precisamos primeiro olhar para onde estivemos. Durante séculos, toda a estrutura da civilização humana se organizou a partir de um arquétipo central que podemos chamar de Homo Sapiens, que em latim significa "o homem que sabe". Esse arquétipo representa uma fase evolutiva onde o eixo do desenvolvimento humano estava baseado no pensamento lógico, na razão analítica, no acúmulo de conhecimento e na capacidade de controlar a matéria através da mente. Não há como negar que essa foi uma fase necessária e que trouxe grandes conquistas para a humanidade, não é?


Foi a partir dessa consciência que construímos a ciência moderna, a tecnologia, a medicina, a engenharia, os sistemas econômicos complexos e todas as estruturas sociais que conhecemos. Quando olhamos para as cidades, para os hospitais, para as universidades, para as empresas, estamos olhando para manifestações dessa capacidade humana de pensar, planejar e executar. 


No entanto, esse mesmo arquétipo que nos permitiu tantas conquistas também consolidou uma forma de consciência baseada na separação. Separamos a mente do corpo, como se fossem entidades independentes que precisam ser gerenciadas separadamente. Separamos a razão da emoção, tratando os sentimentos como um barulho que atrapalha a clareza de pensamento.


Separamos a espiritualidade da matéria, empurrando as questões da alma pro canto, como se elas não coubessem na sala de reunião ou na planilha de resultados. Separamos o trabalho do propósito, aceitando que é normal passar a maior parte das horas do nosso dia fazendo algo que não vai ao encontro da nossa essência. E, talvez o mais grave, separamos o sucesso do bem-estar, normalizando a ideia de que para conquistar bons resultados precisamos sacrificar a saúde, os relacionamentos e a paz interior.


O modelo de inteligência que herdamos do Homo Sapiens é linear, fragmentado e todo orientado pelo esforço. Ele opera a partir de três pilares que se retroalimentam: controle, desempenho e sobrevivência. Então… controlamos o ambiente, controlamos os outros, controlamos a nós mesmas para garantir um desempenho que nos mantenha seguras, que nos garanta a sobrevivência nesse sistema. E quando o desempenho não vem… o que fazemos? Aumentamos ainda mais o controle. Mas e quando “mais” controle também não funciona? Aí a gente intensifica o esforço. É uma espiral de uma direção só: mais, mais e mais!


Durante muito tempo, esse modelo funcionou. Ou pelo menos pareceu funcionar. Mas agora estamos chegando a um ponto onde as limitações desse modelo se tornaram impossíveis de serem ignoradas.


2. A crise silenciosa que atravessa salas de reunião e corredores corporativos


Existe um fenômeno acontecendo neste momento que raramente aparece nas manchetes de negócios ou nas pautas das reuniões de diretoria, mas que uma pessoa atenta consegue perceber. É uma crise silenciosa, quase invisível, que atravessa salas de reunião, corredores corporativos, home offices e todos os espaços onde pessoas tentam sustentar uma performance constante em um mundo que acelera sem parar.


Você provavelmente conhece os números: as taxas de burnout nunca estiveram tão altas, os diagnósticos de ansiedade e depressão relacionados ao trabalho crescem ano após ano e as doenças psicossomáticas têm se multiplicado. Mas além dos números, existe algo que os relatórios não mostram mas que talvez você reconheça na sua própria experiência ou na experiência de mulheres ao seu redor.

  • Uma sensação de que, apesar de todas as conquistas… algo está faltando.

  • Um cansaço antes mesmo do dia começar.

  • Perceber que o corpo dá sinais cada vez mais intensos de que algo precisa mudar. 

  • Sentir que está se perdendo de si mesma no processo de construir uma carreira ou um negócio.


Aqui vai uma reflexão importante: isso não é falha pessoal... também não é falta de competência, de resiliência ou de comprometimento. Mesmo com a meditação e a terapia em dia… parece que não é o suficiente para encontrar o equilíbrio. O que estamos vivendo é algo muito maior do que qualquer pessoa sozinha possa resolver com ajustes pontuais na rotina.


O que estamos vivendo é a obsolescência de um sistema operacional humano.

Pense comigo: o sistema do Homo Sapiens foi desenvolvido ao longo de milhares de anos para lidar com um tipo específico de realidade. Uma realidade onde as mudanças aconteciam de forma gradual, onde as informações disponíveis eram limitadas, onde as fronteiras entre os diferentes domínios da vida eram claras e estáveis. Esse sistema não foi desenhado para processar a hiperestimulação constante, a velocidade do mundo digital, a sobrecarga informacional, o colapso de fronteiras entre o pessoal e o profissional, pressão constante por performance e disponibilidade permanente.


A mente linear que herdamos não consegue sustentar um mundo exponencial. E insistir em operar a partir dela é como tentar rodar um software moderno em um computador de décadas atrás: o sistema trava, superaquece e, por fim, colapsa.

Por isso, o que a evolução está pedindo de nós neste momento não é mais acúmulo de saber, mais técnicas, mais ferramentas, mais conhecimento. O que está sendo pedido é algo mais profundo: uma mudança de estado de consciência.


3. O Homo Fluxus e o surgimento de um novo arquétipo evolutivo


Imagine por um momento uma líder que você admira. Não necessariamente alguém famosa, pode ser uma mulher que você conhece pessoalmente, alguém que você observou em ação. Agora pense: o que faz dessa pessoa diferente? Provavelmente não são apenas suas competências técnicas ou seu conhecimento. Existe algo na forma como ela ocupa o espaço, na qualidade da sua presença, na maneira como ela influencia o ambiente ao redor simplesmente por estar ali. Essa qualidade intangível, que muitas vezes tentamos explicar com palavras como carisma ou autenticidade, está relacionada a algo muito mais profundo do que normalmente reconhecemos.


Essa qualidade está relacionada ao estado interno a partir do qual essa pessoa opera.

Surge então um novo arquétipo evolutivo que venho estudando e que chamo de Homo Fluxus, o ser que flui. É importante deixar claro desde já que não estamos falando de uma nova espécie biológica ou de algo que pertence a um futuro distante. Estamos falando de um novo nível de organização da consciência humana que já está disponível e que muitas pessoas já estão acessando, ainda que nem sempre de forma consciente ou nomeada.


O Homo Fluxus representa uma forma completamente diferente de se organizar internamente e de se relacionar com a realidade. Enquanto o Homo Sapiens opera a partir do controle, do esforço e da fragmentação, o Homo Fluxus opera a partir da coerência, da integração e da presença. 
Homo Sapiens X Homo Fluxus
Homo Sapiens X Homo Fluxus

Enquanto o primeiro se organiza pelo que sabe, o segundo se organiza pelo estado que sustenta. Enquanto o primeiro pergunta "O que eu preciso aprender para conseguir o que quero?", o segundo pergunta "Quem eu preciso me tornar para sustentar o que desejo manifestar?".

Essa mudança de pergunta pode parecer sutil, mas geram resultados revolucionários. Porque quando mudamos a pergunta, mudamos completamente o caminho.


O Homo Fluxus compreende que corpo, mente, emoção, energia e consciência não são dimensões separadas que precisam ser gerenciadas independentemente, mas um único sistema integrado onde tudo influencia tudo. Ele compreende que a qualidade das suas decisões está diretamente relacionada ao estado do seu sistema nervoso. Que a clareza do seu pensamento depende da regulação das suas emoções. Que a sua capacidade de influenciar positivamente os sistemas ao redor está conectada à coerência do seu próprio campo energético.


Essa é a grande virada evolutiva que estamos sendo convidadas a fazer: a passagem da mente para o campo, da força para o fluxo, do controle para a coerência, da fragmentação para a integração e do esforço para a ressonância.


4. A ruptura de um paradigma: quando Alta Performance se torna insuficiente


Chegamos agora ao ponto central deste artigo: a ruptura separa a liderança que conhecemos da liderança que está emergindo. E para ilustrar essa ruptura, quero te convidar a pensar em duas líderes hipotéticas.


A primeira, vamos chamá-la de Helena, é o que tradicionalmente chamamos de líder de alta performance. Helena acorda cedo, tem uma rotina rigorosa, está sempre atualizada sobre seu trabalho, entrega resultados consistentes, é admirada por sua capacidade profissional. Ela aprendeu todas as técnicas de gestão, fez todos os cursos importantes e desenvolveu competências comportamentais valorizadas pelo mercado. Do lado de fora, Helena é um modelo de sucesso… mas do lado de dentro, Helena está constantemente lutando contra si mesma. Seu corpo dá sinais de exaustão que ela ignora ou usa medicações. Suas emoções são tratadas como inconvenientes que precisam ser controladas para não atrapalhar a performance. Ela produz resultados, sim, mas produz apesar do seu sistema interno, não em harmonia com ele. Só ela conhece o preço que ela paga por operar dessa forma.


A segunda líder, vamos chamá-la de Marina, opera de uma forma diferente. Marina também entrega resultados expressivos, também é reconhecida pelo seu trabalho, também ocupa uma posição de influência... mas existe uma qualidade diferente na forma como ela faz isso. Marina não está em guerra com seu corpo ou suas emoções porque ela aprendeu a ler os sinais do seu sistema e a respeitá-los. Ela entende que sua clareza mental depende de como está seu estado interno, e por isso dedica tempo e atenção à sua regulação. Quando entra em uma reunião,

Marina não traz apenas suas competências técnicas… ela traz um campo de presença que organiza o ambiente. Os resultados que ela gera não vêm do esforço contra si mesma, mas do alinhamento consigo mesma. Então ela não está em estado de sobrevivência constante e sim em estado de fluxo.


A diferença entre Helena e Marina não está nas competências, no conhecimento ou na dedicação. A diferença está no paradigma a partir do qual cada uma opera.Helena opera no paradigma da Alta Performance: produzir resultados apesar do sistema interno.

Já Marina opera no paradigma da Alta Coerência: resultados como consequência natural de uma organização interna e energética.


Aqui está a frase que resume essa mudança e que eu gostaria que você soubesse:

“A liderança do passado treinava o comportamento. A liderança do futuro organiza o campo, a biologia e a consciência”(Vanessa Queiroz)
A Líder Energética do Futuro é a nova arquiteta  dos campos de influência.
A Líder Energética do Futuro é a nova arquiteta dos campos de influência.

E isso não é uma afirmação com base apenas na filosofia ou na intuição. A ciência está cada vez mais confirmando esse tipo de pensamento. Pesquisas conduzidas pelo HeartMath Institute, por exemplo, demonstram que quando uma pessoa entra em estado de coerência cardíaca, ou seja, quando os ritmos do coração se tornam ordenados e harmônicos, isso envia sinais ao cérebro que melhoram significativamente a clareza mental, a capacidade de tomar decisões complexas e a regulação emocional. Em outras palavras, o estado do coração influencia diretamente a qualidade do pensamento. E não o contrário.


Já a física quântica, por sua vez, nos mostra que não estamos separados do ambiente ao nosso redor da forma como o pensamento mecanicista supunha. Somos campos de energia em constante interação com outros campos. O estado vibracional que sustentamos influencia e é influenciado pelos sistemas dos quais participamos. Uma líder em estado de coerência não apenas pensa melhor e decide melhor, ela também influencia o campo coletivo de formas que vão muito além das suas palavras e ações visíveis.


E essa compreensão muda tudo. Porque se isso é verdade (e cada vez mais evidências apontam que é) então desenvolver liderança não pode se limitar a treinar comportamentos ou transmitir conhecimentos. Desenvolver liderança precisa incluir a capacidade de regular o sistema nervoso, de cultivar coerência cardíaca, de integrar as diferentes dimensões do ser, de sustentar estados internos que permitam operar a partir do fluxo e não do esforço.


5. A Líder Energética do Futuro e sua forma de influenciar sistemas


Quando compreendemos que liderança é a capacidade de influenciar sistemas e quando compreendemos que essa influência acontece não apenas através do que dizemos e fazemos, mas também através do campo que sustentamos… uma nova figura emerge: a Líder Energética.


A Líder Energética não lidera da forma que aprendemos nos livros tradicionais de gestão. Ela não depende da autoridade formal, de cargos ou de hierarquias para exercer sua influência. Ela lidera por coerência, por presença, por exemplo vibracional, por integridade entre o que sente, o que pensa, o que fala e o que faz.


Sua forma de liderar é sistêmica, muitas vezes silenciosa, e muito transformadora. Ela não precisa convencer através de argumentos elaborados porque sua presença organiza o campo. Ela não precisa acelerar processos artificialmente porque cria as condições de estabilidade para que o fluxo aconteça naturalmente.


E muito ao encontro disso… existe uma teoria que venho estudando sobre as sete áreas de influência que moldam qualquer sociedade. São campos que determinam como as pessoas pensam, sentem, se relacionam e tomam decisões coletivamente. Cada uma dessas áreas representa não apenas um setor social, mas um campo de consciência coletiva com seus próprios padrões, sua própria linguagem e seu próprio impacto na evolução humana. A compreensão dessas áreas e de como elas se interconectam é parte fundamental do trabalho que desenvolvo, e pretendo explorar esse tema com mais profundidade em artigos futuros.


Por ora, o que importa é compreender que quem lidera essas áreas de influência determina o futuro. E quando uma Líder Energética Feminina entra em qualquer um desses campos com consciência expandida e coerência interna, ela eleva toda a estrutura. Por outro lado, quando alguém assume posições de influência sem esse preparo interno, mesmo com as melhores intenções, tende a gerar uma crise energética nos sistemas que lidera.


E aqui entra uma questão que considero essencial: o feminino tem capacidades ancestrais e até mesmo neurobiológicas que são profundamente alinhadas com essa nova forma de liderar… que são:

  • Capacidade de ler campos sutis, de perceber emoções não ditas

  • Navegar com complexidade sem precisar simplificá-la prematuramente

  • Sustentar presença e coerência mesmo em ambientes caóticos

  • Conectar o micro ao macro

  • Humanizar sistemas que tendem à desumanização 

  • Transmitir a energia estabilizadora para os ambientes onde está.

A Líder Energética  é, na prática, a nova arquiteta dos campos de influência.


6. Da inteligência mental à inteligência evolucionária: integrando mundos


Se o Homo Sapiens representa o ápice da inteligência mental, o Homo Fluxus representa o surgimento de algo que podemos chamar de inteligência evolucionária. E a diferença entre essas duas formas de inteligência é fundamental para compreender o trabalho que desenvolvo.


A inteligência mental, por mais sofisticada que seja, opera de forma fragmentada. Ela separa os domínios do conhecimento, trata cada área como independente das outras e busca soluções especializadas para problemas específicos. Essa abordagem tem seu valor, mas também tem suas limitações quando lidamos com a complexidade real da vida e da liderança.


Já a inteligência evolucionária opera de outra forma. Ela trabalha integrando o que a mente fragmentada separa, reconhecendo que ciência e espiritualidade não são domínios opostos mas perspectivas complementares sobre a mesma realidade. A inteligencia evolucionária entende que a neurociência e consciência energética iluminam uma a outra. As sabedorias ancestrais e a física quântica frequentemente apontam para as mesmas verdades usando linguagens diferentes... constatando que a gestão e o propósito não precisam estar “divorciados”.


Na minha própria trajetória, fui conduzida a unir psicanálise e psicologia, neurociência, princípios de alta gestão e física quântica para criar uma forma de desenvolver líderes que vai muito além do treinamento comportamental tradicional. E o que descobri nesse caminho é que não adianta aprender técnicas sofisticadas de liderança se o sistema nervoso está cronicamente desregulado.


Não adianta fazer cursos avançados de gestão se o campo energético está caótico. Não adianta buscar alta performance se não existe coerência interna para sustentar os resultados.

Por isso, hoje eu não digo que desenvolvo líderes. O que faço é instalar o que chamo de Codex ID: um sistema operacional psicodinâmico interno integrado que permite governar energia, decisão e impacto. É um trabalho que acontece em múltiplas dimensões simultaneamente, porque é assim que a vida real funciona.


Pense na metáfora de uma casa. Antes de construir as paredes, os cômodos e pensar na decoração… você precisa de uma fundação sólida, não é? Sem essa fundação nada se sustenta… não importa quanto linda é a decoração ou o projeto no papel. O Codex ID é essa fundação. É o que permite que todo o conhecimento, todas as competências e toda a experiência que você já acumulou possam finalmente se expressar de forma integrada e sustentável.


7. O convite: atravessar a ponte para uma nova forma de liderar


Chegamos ao final deste artigo, mas na verdade estamos apenas no início de uma conversa que pode se desdobrar de muitas formas.


O Homo Sapiens nos trouxe até aqui, e por isso merece nossa gratidão. Ele construiu civilizações, desenvolveu tecnologias extraordinárias, expandiu os limites do conhecimento humano. Mas seu ciclo como arquétipo dominante está se completando.


O Homo Fluxus representa o próximo passo… a integração em um nível mais elevado de organização onde o primeiro construiu estruturas externas, o segundo restaura a harmonia entre consciência, sistemas e planeta. Onde o primeiro nos ensinou a pensar, o segundo nos ensina a ser. E onde o primeiro dominou a matéria, o segundo aprende a governar a energia.

Essa transição está acontecendo agora. Está acontecendo em você, que sentiu algo ressoar ao ler estas palavras. Está acontecendo em milhares de mulheres ao redor do mundo que estão percebendo que a forma antiga de liderar não serve mais e que precisa existir outro caminho.



A pergunta que fica é: você está pronta para atravessar essa ponte?

Atravessar não significa abandonar tudo o que você construiu e sim aprender a sustentar suas conquistas a partir de um lugar diferente. Onde os resultados não vêm apesar de você, mas através de você, em plena harmonia com quem você é. Onde a satisfação de liderar está no fluxo e não no esforço.


Para transformar o futuro, precisamos transformar os campos de influência. E para transformar os campos, precisamos transformar quem os lidera. É exatamente isso que faço: preparo mulheres para se tornarem essas líderes que alteram frequências, histórias e destinos dentro dos espaços onde o mundo realmente muda.


Se este artigo fez sentido para você, se algo aqui ressoou com questões que você já vinha sentindo, me chama no WhatsApp para conversarmos. Ou me acompanha no Instagram @vanessaqueiroz.lef para continuarmos essa jornada juntas. Será uma honra caminhar ao seu lado nessa transição.

Sustente seu campo. Governe sua realidade!

Com coerência e presença,

Vanessa Queiroz.


Comentários


© 2020-2025 Vanessa Queiroz. Todos os direitos reservados.

bottom of page