“NADA É O QUE PARECE” NOS ENSINAM AS CRIANÇAS DA ERA DE OURO!

Como dissemos anteriormente as crianças índigos, que hoje já nem são tão crianças assim, vêm nos mostrar que “nada é o que parece”, isto é, elas querem nos dizer exatamente que a missão que as trouxe até nós neste momento é justamente a de mostrar a verdadeira realidade do nosso planeta e paralelamente desmistificar o “mundo aparente” em que vivemos. O ideal dessas crianças é trazer para a nossa consciência o verdadeiro sentido do TODO INDIVISÍVEL, do ser integral, e as ferramentas que elas utilizam são o amor, a rebeldia e o horror à mentira.

O fato de ignorarem o medo e detestar a mentira as tornam crianças “petulantes” e muitas vezes indesejáveis para algumas pessoas, pois não se preocupam se irão desmascarar sentimentos escondidos, derrubar as máscaras ou mesmo ofender alguém. Elas simplesmente falam o que pensam e sentem de maneira assertiva, por isso, são consideradas agressivas em vez de transparentes.  Mais uma vez é a chamada “educação” julgando os atos das pessoas verdadeiras.

O mais importante é perceber que a postura que se instala nas pessoas pelo que aprendem com essas crianças, permite livrar-nos dos dogmas, das idéias e das mentiras que existem em nossa sociedade. Além disso, possibilita a visualização da religião, da ciência e da própria política sob outro prisma.

Algumas linhas da psicologia demonstram em suas teorias a forma como as crianças, ao nascerem, se relacionam com suas mães e deixam claro como o seu desenvolvimento cognitivo vai se desenvolvendo. É brilhante observar que os bebês se vêem como a extensão do corpo de suas mães, e que até criar a consciência de individualidade, entendem o mundo a partir desta relação, ou seja, de forma integral, como se cada ação de sua mãe refletisse em seu corpo inconsciente e vice-versa. Isso revela que estes bebês, mesmo sem consciência do seu processo, vivenciam “na pele” a conhecida teoria das cordas, princípio básico da explicação da interligação das energias universais, algo que na mais tenra idade é tão simples e objetivo que a partir do momento em que criamos a consciência da individualidade esquecemos dessa interligação e passamos a agir como “o eu e o outro”. Exatamente o contrário do que nossas queridas crianças da era de ouro vêm nos alertar: Somos todos um! E por isso necessitamos rever e entender este posicionamento para nos adequarmos ao pedido do Universo e participarmos do processo de transformação do Planeta.

Em suma, podemos dizer que as crianças da era de ouro estão nos alertando para criação de espaços para o novo, para o sentir no sentido mais primitivo da palavra, ouvir o seu verdadeiro eu, a sua mente cósmica, clamando pelo seu crescimento e evolução, e assim,  mudarmos os nossos paradigmas e nos transformarmos em Seres da Nova Era.

Permita-se seguir os ensinamentos desses encantadores pequenos professores… e seja feliz!

 

Vanessa Queiroz

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